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Não esqueça: até 3 de agosto para submissão de trabalhos

O II Seminário de Prevenção e Enfrentamento ao Bullying acontecerá no dia 26 de setembro, mas o prazo para envio e submissão de trabalhos está aberto e foi prorrogado para 03 de agosto.

Com tantas iniciativas especiais desenvolvidas em nossas escolas, que tal participar?

Veja o edital em https://sembullying.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2026-Edital-para-submissao-de-trabalhos-Seminario-de-Prevencao-e-Enfrentamento-ao-Bullying.pdf

Cuidados com a pele no inverno

Durante o inverno, a umidade do ar baixa e as temperaturas mais frias levam à diminuição na transpiração corporal. Esses fatores fazem com que a pele fique mais seca. Além disso, nesta época, é comum tomarmos banhos mais quentes, que provocam uma remoção da oleosidade natural de forma mais intensa, diminuindo o manto lipídico que retém a umidade da pele.

Tanto a pele do rosto quanto a do corpo estão sujeitas ao ressecamento no inverno. O clima frio e seco pode deixá-las com aspecto esbranquiçado, o que indica a desnaturação das proteínas. Para evitar tais sintomas é importante fazer hidratações corporais mais profundas e, além disso, investir em uma alimentação saudável, rica em vitaminas e antioxidantes, o que pode trazer benefícios em longo prazo.

Durante o inverno, é muito comum que as pessoas diminuam a ingestão de líquidos, um erro brutal. Manter a ingestão de água é extremamente importante para conservar a hidratação da pele e de todo o organismo que, naturalmente, fica debilitado por causa do clima frio. Um corpo hidratado apresenta uma pele macia e elástica. Para pessoas que têm dificuldade em tomar água durante esta estação, uma dica: ingerir chás claros ou de frutas, dividindo a quantidade indicada para um dia, dois litros, entre água e chás. Assim, o consumo torna-se mais prazeroso.

Dicas para manter a pele hidratada

• Beber no mínimo dois litros de água por dia.
• Evitar banhos quentes e muito demorados; evitar se ensaboar demais e usar buchas, que também contribuem para alterar a composição do manto hidrolipídico (hidratante natural produzido pelo organismo) que protege a pele.
• Usar o hidratante logo após sair do box – ainda no banheiro – com aquele vaporzinho pós-banho, que ajuda na penetração do creme.
• Para peles oleosas, e acneicas, evitar hidratante comum no rosto, usar oil free nas áreas de maior oleosidade (rosto e tórax).
• Os lábios também costumam ressecar muito no inverno. É importante usar hidratantes específicos para essa região e, assim, evitar rachaduras. • Usar filtro solar diariamente.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia

Como desacelerar a mente quando o corpo não para

Você até tenta parar. Mas o corpo continua no automático. Trabalho, casa, mensagens, decisões, preocupações. Mesmo quando senta, a mente segue correndo.

Essa sensação de cansaço mental com corpo em movimento é cada vez mais comum. E não significa fraqueza. Significa excesso.

Está sobrecarregado e quer reorganizar a energia do dia a dia, sem promessas irreais ou fórmulas mágicas? Desacelerar a mente não é parar tudo. É aprender a pausar por dentro, mesmo quando a vida segue em ritmo acelerado.

Por que a mente acelera quando o corpo não para? O corpo se adapta à rotina. A mente, nem sempre. Quando você vive em estado de alerta constante, o cérebro entende que não há espaço para descanso. Ele passa a antecipar problemas, revisar tarefas e criar listas infinitas. O resultado aparece como: pensamentos repetitivos; dificuldade de relaxar; sensação de urgência o tempo todo; cansaço mesmo após dormir. A mente não desacelera sozinha. Ela precisa de sinais claros de segurança.

Muita gente acha que desacelerar significa: meditar por horas; viajar; mudar toda a rotina. Isso afasta quem mais precisa. Na prática, desacelerar é reduzir a intensidade interna, não abandonar responsabilidades. É criar microespaços de presença ao longo do dia. Poucos minutos já ajudam. O que importa é a constância.

1. Comece desacelerando a respiração: A respiração é o caminho mais rápido para acalmar a mente, porque ela conversa direto com o sistema nervoso. Experimente agora: inspire pelo nariz contando até 4; solte o ar pela boca contando até 6; repita por 2 minutos. Não tente controlar pensamentos. Só acompanhe o ar entrando e saindo. Quando a respiração desacelera, a mente começa a seguir.

2. Dê nome ao que está te sobrecarregando: A mente acelera quando tudo parece difuso. Colocar em palavras organiza. Pergunte a si mesmo: O que está realmente me cansando? É físico, emocional ou mental? Isso depende de mim agora? Não é para resolver tudo. É para tirar o peso do invisível. Nomear já é aliviar.

3. Crie pausas reais, não distrações: Muitas "pausas" mantêm a mente acelerada. Rolar redes sociais, por exemplo, estimula ainda mais. Uma pausa real envolve: silêncio; respiração; atenção ao corpo. Pode ser: ficar 3 minutos em silêncio; olhar pela janela; alongar o pescoço e os ombros; beber água com atenção.

Pouco tempo. Presença total. Desacelerar é um treino, não um talento, pois ninguém nasce sabendo pausar. A maioria aprende depois de ultrapassar limites. No começo, a mente resiste, está acostumada ao excesso. Com o tempo, pequenos rituais criam segurança e a aceleração deixa de ser constante.

Fonte: terra.com.br/alto-astral

O Farol é um boletim informativo digital dirigido aos professores e funcionários do Colégio Santa Doroteia de Porto Alegre
e da Escola Santa Doroteia Planalto.